Oct 17, 2017

Anatel libera cadastro de usuários do Paraná e Santa Catarina ao serviço de desastres naturais.

Mais um exemplo de um bom e adequado uso do nosso velho SMS.
Leia na íntegra a matéria publicada na Mobile Time em 16 de outubro de 20167

O sistema nacional de alerta de desastres naturais via SMS começou a aceitar o cadastro de usuários com linhas móveis do Paraná e de Santa Catarina nesta segunda-feira, 16. Como parte da campanha para provê-lo, o seguinte torpedo foi enviado aos habitantes dos dois estados: "Defesa Civil Nacional informa: novo serviço de envio de SMS gratuito com alertas de área de riscos. Para se cadastrar responda para 40199 com CEP de interesse".

Ao terminar o cadastro no programa, o usuário receberá no seu celular uma mensagem de texto alertando sobre o risco de inundações, alagamentos, temporais, vendavais, deslizamentos de terra, entre outros desastres naturais. As mensagens com os alertas serão enviadas pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e pela Defesa Civil dos estados e municípios.

O programa é coordenado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e conta ainda com membros do Cenad e da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA). Em sua primeira etapa de testes, entre fevereiro e setembro deste ano, 600 mil habitantes de 25 cidades do Paraná e de Santa Catarina participaram do sistema. Ao final dos testes, foi decidido que o programa seria expandido para o resto do País.

Agenda

A Anatel divulgou o cronograma de lançamento do sistema de alerta de desastres naturais por SMS para os outros estados. São Paulo será o próximo a ter o cadastro liberado, em novembro. No entanto, a última leva de estados que terá o serviço ativado virá em março de 2018 e será aquela com mais estados, 14, sendo todos das regiões Norte e Nordeste. Confira o calendário na tabela abaixo:

EstadosData de Lançamento
Paraná e Santa Catarina16 de outubro de 2017
São Paulo16 de novembro de 2017
Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul18 de dezembro de 2017
Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais15 de janeiro de 2018
Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins19 de fevereiro de 2018
Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Para, Amapá, Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima19 de março de 2018


Fonte: Mobile Time

Sep 28, 2017

As redes inteligentes que transformam metrópoles em Cidades Inteligentes

A partir de hoje inicio um novo campo de pesquisa, Smart Cities. Sem abandonar, no entanto,  Mobile Government, tema que tem me acompanhado há vários anos.

Enquanto trabalho num projeto de pesquisa no Pós-Doc e também participo de Consórcio Internacional de Cidades Inteligentes, inicio com a reprodução deste post de Joeval Martins.

Em breve alguns resultados dessas pesquisas sobre Cidades Inteligentes.

Depois da tendência verde, atualmente a principal onda de tecnologia é a Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT), que conta com a conectividade que torna os objetos inteligentes. Para os usuários comuns, o uso de smartphones, smartwatches e smart homes para desempenhar tarefas de modo mais fácil, rápido e prático já é visto com normalidade. No entanto, quando pensamos no ambiente público, o que existe hoje ainda é limitado.

Com os programas digitais para municípios, adotados há uma década, a infraestrutura de fibras óticas como base para os projetos de Cidades Digitais foi amplamente instalada. Este é o momento de consolidação das redes de infraestrutura para que as soluções de tecnologia possam ser implementadas e permitam que os governos e, principalmente, a população passem a usufruir plenamente o potencial da conectividade. Isso significa contar com soluções que liguem o gerenciamento de tráfego ao controle do transporte público e a utilização das câmeras de segurança ao atendimento médico para acidentes, entre outros serviços, e tudo isso em tempo real.

Atualmente, a rede móvel que atende os aplicativos e soluções de tecnologia municipais é baseada em aparelhos Wi-Fi instalados nas redes comuns de 3G e 4G das operadoras. Isso significa compartilhar a banda dos usuários individuais, que já se encontra em uma situação crítica. Unido à alta demanda das soluções inteligentes, essa infraestrutura leva à ineficiência dos projetos.

As redes tradicionais, tanto aquelas com mecanismos “break before make" ou "make before break”, trabalham com transmissões únicas ligadas a rádios de infraestrutura. Mesmo em aparelhos que são capazes de identificar o próximo ponto de acesso antes da interrupção do sinal, tal conexão só poderá ser utilizada depois da interrupção da anterior. A falta de troca de dados entre os rádios móveis também limita a quantidade de pontos de acesso, o que afeta tanto sua estabilidade, em “pontos cegos” da cobertura, quanto sua escalabilidade, por depender de investimentos em infraestrutura.
Esses processos interrompem o fluxo da rede, resultando em perda de pacotes de dados, alta latência e comprometimento da função. Para um cidadão que quer acompanhar o horário do transporte público e possui um app, isso é uma inconveniência. Para conectar câmeras de segurança para apoiar o trabalho da polícia ou acelerar o atendimento a vítimas de acidentes, isso é inaceitável.

Para que a gestão urbana seja mais eficiente, será preciso dar “vida” às redes que serão utilizadas pelos municípios. Uma rede always on, com mobilidade para cobrir os pontos necessários no momento preciso. Por meio de conexões múltiplas aliadas ao uso de radios móveis para direcionar dados, as novas redes de alta redundância e disponibilidade oferecem confiabilidade e adaptabilidade para que as soluções inteligentes possam ser executadas com sucesso.

Serviços críticos de uma metrópole, como o controle e o monitoramento do sistema de tráfego de massa, que inclui ônibus, trens e metrô, precisam de uma solução de rede sem fio confiável e totalmente móvel para conectar os componentes-chave dentro do seu ecossistema, seja em movimento ou estacionários. A tecnologia “MESH” adiciona esse componente de mobilidade necessário à infraestrutura de transporte para atender às demandas das aplicações atuais e em evolução que permitirão o controle de trens e da malha viária, o monitoramento das vias em tempo real, a otimização de tráfego, vídeos embarcados para vigilância e muito mais.

As aplicações que podem se beneficiar desse tipo de rede passam por diversos setores, como reconhecimento da situação e identificação do risco para as forças de segurança, monitoramento de serviços como água, luz e esgoto para conservação de energia e recursos hídricos e prevenção de enchentes, entre outros. Os primeiros passos das cidades inteligentes foram bem-sucedidos. Mas as “living networks” permitem que as cidades inteligentes alcancem a próxima geração de serviços públicos.

Entenda o estágio atual das cidades brasileiras

No final dos anos 2000, o Brasil acompanhou o surgimento da tendência de cidades conectadas. Porto Alegre, por exemplo, possui atualmente 600 km de fibra ótica instalada, uma rede sólida. O programa Cidades Digitais, do governo federal, lançado em 2012, visava construir quase 1 mil quilômetros de redes, conectando mais de 6 mil pontos e implantando 840 pontos de acesso gratuito em locais públicos. Os municípios se digitalizaram com conexão via rádio e fibra ótica, incrementando os serviços disponíveis ao público, de forma indireta, como o Portal da Transparência, ou direta, como o programa WiFi Livre SP.

Mas o conceito de “Cidades Inteligentes“ vai além de um hotspot gratuito em uma praça local. Os governos, de todas as esferas, irão utilizar soluções inteligentes aliadas a tecnologias inovadoras para uma gestão eficiente, aprimorando não apenas o acesso à informação, mas a própria prestação de serviços públicos, como energia, mobilidade, segurança e saúde pública, otimizando-os e dando-lhes novas funcionalidades. Não se deve minimizar a importância do desenvolvimento da infraestrutura, já que é apenas por meio de uma conexão confiável que tais soluções podem existir, mas é preciso ir além para tirar máximo proveito do que se pode realizar com as redes. Com a recente integração do Cidades Inteligentes ao programa Brasil Inteligente, em 2016, o governo federal começou a atuar mais intensamente com a Internet das Coisas. O programa, agora rebatizado como Minha Cidade Inteligente, irá também promover aplicativos para o uso inteligente dos serviços públicos.

Joeval Martins é diretor de vendas para a América Latina da Rajant


Fonte: Mobile Time 

Sep 21, 2017

Arriving by surprise to meet CTG staff is priceless!

Two years after my doctoral period: arriving by surprise to meet CTG staff is priceless!
Thank you very much for the wonderful reception.
I'm lovin' it CTGers!





Rede La Salle economiza R$ 22 mil por mês com envio de boleto por SMS Da Redação


A instituição filantrópica de ensino Rede La Salle está conseguindo economizar R$ 22 mil por mês desde que adotou, há dez meses, o SMS como canal para envio do código de barras para pagamento de seus boletos. A entidade reúne 31 escolas, três faculdades, um centro universitário e uma universidade onde estudam 41 mil alunos, 20% deles com bolsas integrais ou parciais. Cerca de 35 mil alunos são pagantes e precisam receber boletos mensalmente. O SMS foi escolhido para o envio em substituição aos Correios, depois que passou a vigorar no Pais a exigência de registro para o envio de boletos, o que encareceria o serviço de postagem em R$ 260 mil por ano no caso da Rede La Salle.

A instituição optou pela plataforma da Zenvia para o envio das mensagens de texto. Com o sucesso do serviço, a Rede La Salle avalia adotar o SMS para outras necessidades de comunicação, como a cobrança de inadimplentes, usando uma funcionalidade da plataforma da Zenvia com esse objetivo.


Fonte: http://www.mobiletime.com.br/20/09/2017/rede-la-salle-economiza-r-22-mil-por-mes-com-envio-de-boleto-por-sms/477282/news.aspx?__akacao=4478179&__akcnt=85f0157d&__akvkey=8694&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=MOBILE+TIME+News+-+20%2F09%2F2017+23%3A50